sábado, 23 de julho de 2011

Façamos como Ogilvie.




GUERREIROS DA ÚLTIMA ORDEM.

Façamos como Ogilvie.

Já há muitos meses estamos alertando, através deste site, para a intensificação da rejeição ao nosso amado Papa Bento XVI.

Os ateus e anti-católicos do mundo não devem nos surpreender em sua perseguição ao nosso CRISTO visível e Condutor máximo da Esposa do CORDEIRO , porque esses infelizes vivem e são conduzidos pelo espírito de satanás. Porém, o que deve nos manter extremamente vigilantes são os murmúrios que já se fazem ouvir dentro da Igreja, vindo de leigos desavisados e de eclesiásticos modernistas, em relação as ações dAquele que é assistido e conduzido por DEUS ESPÍRITO SANTO e SUA Amadíssima Esposa, a MÃE da Igreja, a Virgem Santíssima.

“Por isso, como diz o ESPÍRITO SANTO: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como por ocasião da Revolta, como no dia da tentação no deserto, quando vossos pais ME puseram à prova e viram o Meu Poder por quarenta anos. EU ME indignei contra aquela geração, porque andavam sempre extraviados em seu coração, e não compreendiam absolutamente nada dos Meus Desígnios. Pois isso, em Minha Ira, jurei que não haveriam de entrar no lugar de descanso que lhes prometera (Sal. 94, 8-11)! Tomai precaução, meus irmãos, para que ninguém de vós venha a perder interiormente a fé, a ponto de abandonar o DEUS Vivo. Antes, animai-vos mutuamente cada dia durante todo o tempo compreendido na palavra hoje, para não acontecer que alguém se torne empedernido com a sedução do pecado. Porque somos incorporados a CRISTO, mas sob a condição de conservarmos firme até o fim nossa fé dos primeiros dias, enquanto se nos diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como aconteceu no tempo da Revolta”. (Hb. 3, 7-15)

         Amados de DEUS, ouçamos e meditemos profundamente as inspiradas palavras do primeiro grande ungido do SENHOR, Aquele que recebeu o direito e o dever de conduzir na Terra a Casa do Altíssimo:

         “Velai sobre o rebanho de DEUS, que vos é confiado. Tende cuidado dele, não constrangidos, mas espontaneamente; não por amor de interesse sórdido, mas com dedicação; não como dominadores absolutos sobre as comunidades que vos são confiadas, mas como modelos do vosso rebanho. E, quando aparecer o Supremo PASTOR, recebereis a coroa imperecível de glória.
            Semelhantemente, vós outros que sois mais jovens, sede submissos aos anciãos. Todos vós, em vosso mútuo tratamento, revesti-vos de humildade; “porque DEUS resiste aos soberbos, mas dá a Sua Graça aos humildes” (Prov. 3, 34). Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa Mão de DEUS, para que ELE vos exalte no tempo oportuno. Confiai-LHE todas as vossas preocupações, porque ELE tem cuidado de vós.
            Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmo padecimentos que vós. O DEUS de toda a Graça, que vos chamou em CRISTO à SUA Eterna Glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará. A ELE o Poder na Eternidade! Amém. (1Pd. 5, 2-11)

         Continua São Pedro em sua exortação:

         “Assim demos ainda maior crédito à palavra dos profetas, à qual fazeis bem em atender, como a uma lâmpada que brilha em um lugar tenebroso até que desponte o Dia e a Estrela da manhã1 se levante em vossos corações. Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Por que jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo ESPÍRITO SANTO falaram da parte de DEUS.
         Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores, que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o SENHOR que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina. Muitas os seguirão nas suas desordens e serão deste modo a causa de o caminho da verdade ser caluniado. Movidos por cobiça, eles vos hão de explorar por palavras cheias de astúcia. Há muito tempo a condenação os ameaça, e a sua ruína não dorme.” (2Pd. 2, 1-3)

1- Entendemos que o Dia, a que refere-se S. Pedro, seria o da 2ª Vinda Gloriosa do Senhor. E a Estrela da manhã, NOSSA SENHORA.

         Observemos agora irmãos, com redobrada atenção, o alerta que NOSSA SENHORA, a Mãe da Igreja, faz ao PE. Stefano Gobbi, na Itália, em 04 de janeiro de 1975:

         “... Quando chegar a hora do terrível confronto com os sacerdotes portadores do erro, que se colocarão contra o Papa e a Minha Igreja, arrastando para a perdição um imenso número de Meus pobres filhos, vós sereis os Meus Sacerdotes fiéis.
            Na escuridão que o espírito do mal tiver então difundido por toda a parte, no meio das muitas idéias erradas, espalhadas pelo espírito de soberba, que se afirmarão em toda a parte e serão seguidas por quase todos, na hora em que tudo for posto em discussão na Igreja, e o próprio Evangelho do Meu FILHO for anunciado por alguns como lenda, vós, Sacerdotes a MIM consagrados, sereis os Meus Filhos fiéis.
            Fiéis ao Evangelho, fiéis a Igreja.
            E a força da vossa fidelidade provirá de vos terdes habituado a entregar-vos só a MIM, de vos terdes tornado dóceis e obedientes só a Minha Voz.
            Assim, ouvireis não a voz deste ou daquele teólogo
(“doutor...”), não o ensinamento deste ou daquele, mesmo que tenha atraído vastos consensos, mas só ouvireis a Minha Voz, filhos.
            E a Minha Voz só vos repetirá docemente aquilo que, o Papa e a Igreja a Ele unida, anunciarem. Fiéis à Minha Voz e à do Papa, sereis o exército preparado por MIM, que defenderá a sua pessoa, difundirá o seu desatendido ensinamento e confortará o seu abandono e a sua solidão.
            Sereis também perseguidos. Chegará também a hora em que sereis a única luz acessa, e podereis assim, na fidelidade ao Evangelho e no sofrimento, indicar a uma multidão de almas o caminho da salvação. E esta vossa luz, por uma intervenção Minha, nunca será de todo apagada.
            Meus filhos prediletos, senti-Me como MÃE ao lado de cada um de vós. Agora, os dias passam e aproxima-se o grande momento. Esta é a hora em que vos estou reunindo de toda a parte do mundo para vos encerrar a todos no Meu Coração Imaculado.
            Com o auxílio da vossa oração e da vossa imolação, EU poderei começar a Minha batalha e obter a Minha grande vitória.”

         Irmãos, na página 17 do Livro do Movimento Sacerdotal Mariano, que contém as Mensagens de NOSSA SENHORA ao Padre Stefano Gobbi (24ª edição brasileira), a Introdução começa com a seguinte colocação:

         “A 8 de maio de 1972, o Pe. Stefano Gobbi participa numa peregrinação a Fátima e encontra-se rezando na Capelinha das Aparições por alguns sacerdotes, que, além de traírem pessoalmente a sua vocação, tentam formar associações rebeldes à Autoridade da Igreja. (...)”

         Portanto, essa ponta do “iceberg Cisma” que hoje se torna visível, já estava despontando há mais de 37 anos. E não nos escandalizemos, porque é profético. Antes da Gloriosa chegada do Divino ESPOSO, deverá também Sua Esposa, juntamente com toda a humanidade, passar por uma fortíssima Purificação, denominada Apocalipse.

         “Aquele que diz conhecê-lo e não guarda os Seus Mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele. Aquele, porém, que guarda a Sua Palavra, nele o amor de DEUS é verdadeiramente perfeito. É assim que conhecemos se estamos NELE, aquele que afirma permanecer NELE deve também viver como ELE viveu.” (1 Jo. 2, 4-6)

         “Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do PAI. Porque tudo o que há no mundo – a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida – não procede do PAI, mas do mundo. O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a Vontade de DEUS permanece eternamente.” (1 Jo. 2, 15-17)

         No entanto, irmãos, nesta terrível época de contestação ao Santo Padre, o ungido de nosso Senhor JESUS CRISTO, e que gradualmente vai se caracterizando num monstruoso Cisma, compete-nos seguir os passos de Ogilvie.

         “A dez de março de 1615, foi martirizado, em Glasgow - Escócia, o Bem aventurado João Ogilvie. Durante o processo o forçaram a ficar sem dormir, por oito dias e nove noites consecutivas.

Foi condenado à morte, porque confessara que o Chefe da Igreja era o Papa, e não o rei Jacó I.

         A caminho para o cadafalso encontra-se com o pastor protestante que lhe diz:

          - Ó, como eu o lastimo, Ogilvie, que agora vais ser entregue a uma morte tão cruel.

          Responde-lhe o mártir, fingindo medo:

         - O senhor fala como se estivesse em mim escapar da morte. Sou condenado à morte por crime de lesa majestade.

         - Que nada, diz-lhe o pastor, nem fales disto, fostes condenado à morte por ser papista. Renega o Papa e até serás principescamente remunerado!

         - O senhor está zombando de mim... O senhor está falando sério? Pergunta-lhe, Ogilvie.

          - Sim, estou falando sério, fala-lhe com entusiasmo o protestante.

         Fui encarregado, continuou o pastor, pelo arcebispo protestante para oferecer-lhe sua filha em casamento e um rico benefício, se apostatares. Poupe sua bela vida, tenha compaixão de si mesmo...

          Chegando ao cadafalso, Ogilvie diz ao pastor protestante:

         - Gostaria que o senhor, aqui publicamente, repetisse as promessas que me acaba de fazer. E grita, para que toda a multidão ouça: Ouvi o que o vosso pastor vai dizer!

          E o pastor clama vitorioso em alta voz:

- Em nome do nosso arcebispo, prometo-lhe a vida, se apostatar; prometo-lhe a filha do arcebispo...

         - Ouvistes? Querem ser minhas testemunhas? Pergunta Ogilvie.

         - Sim, ouvimos, somos tuas testemunhas! Vem, desce ligeiro do cadafalso.

           Os católicos estão apavorados...

           E continua a perguntar o mártir:

          - E não precisarei temer que para o futuro me irão acusar de lesa, majestade?

         - Não! Não! Grita delirante a grande multidão de protestantes: Nós ouvimos as promessas, seremos tuas testemunhas... desce, desce, Ogilvie!

 - Então, é só por causa da religião que estou aqui diante da morte? Pergunta o mártir.

          - Só e unicamente! Clama a uma voz, a imensa multidão.

         - Ah! Se é assim, basta. Estou pronto a dar cem vidas. A minha santa e verdadeira Religião não me podeis roubar, confessa o mártir de CRISTO.

         Os hereges rangem os dentes de raiva, e os católicos exultam. O Padre beija a forca e abraça, consolando, o algoz.

         Antes que lhe fossem amarradas as mãos, tira o Terço, que tantas vezes rezara pela conversão dos protestantes e lança-o por entre a multidão, para que um católico o apanhasse.

         Mas o Terço foi dar em cheio, no peito do barão João Von Eckersdorf, calvinista.

         Era alemão, estava de viagem, e “por acaso” se achava em Glasgow, no dia do martírio de Ogilvie. Os católicos pularam sobre o barão, e lhe arrancaram o Terço!

         Depois de alguns anos, narra o próprio barão:

         “Eu era protestante, e de forma alguma queria converter-me ao catolicismo, mas, desde aquele momento, em que caiu no meu peito o Terço do Mártir, comecei a ter sérias dúvidas sobre a minha seita. Parecia que o Terço me tivesse aberto uma grande ferida. O pensamento do Terço nunca mais me deixou em paz. Quatro anos depois entrei na Igreja Católica. A minha conversão eu a atribuo ao Terço do Mártir Padre João Ogilve, S.J.”

          “Foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos e vencê-los.
           
(...) Ouvi, então, uma voz forte saindo do Templo, que dizia aos sete Anjos: “Ide, e derramai sobre a terra as sete taças da Ira de DEUS”.
            (...) O demônio, sedutor delas (nações), foi lançado num lago de fogo e de enxofre, onde já estavam a Fera² e o falso profeta³, e onde serão atormentados, dia e noite, pelos séculos dos séculos.”
(AP. 13,7; 16,1; 20,10)

² o anticristo
            ³ o papa que surgiu do Cisma; o falso.

                    “Guerreiros da última ordem.”


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