quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

G20 em Londres: Uma nova moeda Internacional.

Diz a Sagrada Escritura:
Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte, e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome. (Ap 13, 16-17)
 
Pois vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como um ladrão de noite. Quando os homens disserem: Paz e segurança!, então repentinamente lhes sobrevirá a destruição, como as dores à mulher grávida. E não escaparão. (1 Ts 5, 2-3)

 

UMA NOVA MOEDA INTERNACIONAL
 
A China está propondo a criação de uma nova divisa controlada pelo FMI para substituir o dólar nas reservas Internacionais. A alegação é que uma moeda que não esteja atrelada a nenhum outro País específico teria maior estabilidade frente a turbulências econômicas como a atual.

Em meio a manifestações, Lula tem encontro privado com presidente chinês

02/04/09: Brasileiro foi convidado por Hu Jintao para conversa em hotel.
Do lado de fora, foram realizados atos pró e contra a China.
Em meio a manifestações de apoio e contra a China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve encontro, nesta quinta-feira (2), com o presidente chinês Hu Jintao. Lula foi convidado por Jintao para conversar no Hotel Mandarin Oriental, após a sessão oficial dos líderes do G20.

Na pauta do encontro dos dois presidentes, estão a nova moeda proposta pela China para ser utilizada nas reservas internacionais e as visitas de Lula ao país possivelmente no mês de maio e do presidente chinês ao Brasil até o fim deste ano.

Hu Jintao iniciou o encontro dando as boas vindas a Lula e falou da importância do fortalecimento do relacionamento dos dois países em uma época de crise. Em resposta, Lula destacou a importância da China no contexto global. “A China é um país tão importante, tão grande, é sempre um prazer estar na presença de um presidente de um país tão grande, tão importante.”

Após uma breve abertura dos dois presidentes, jornalistas que haviam sido convidados para o evento foram determinados a se retirar. Ao todo, foi permitida a presença por quatro minutos apenas.

Para entrar no hotel e assistir o começo do encontro, os jornalistas tiveram de passar por uma severa revista com detectores de metais.

Do lado de fora do hotel, um grupo pela libertação do Tibet e pelos direitos humanos protestava contra a China. Com cartazes e magafones gritavam “Hu Jintao, shame on you!” (“Hu Jintao, tenha vergonha!”, em inglês). Do lado oposto, manifestantes pró-China empunhavam bandeiras do país.
Fonte: G1
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G20 anuncia mais regulação para criar 'mecanismos de alarme' para a economia

02/04/09: Bônus de executivos e paraísos fiscais terão mais fiscalização.
Recursos adicionais de US$ 1 trilhão estarão disponíveis à economia.
A declaração final da reunião do G20 (grupo de líderes de países desenvolvidos e em desenvolvimento), detalhado nesta quinta-feira (2) pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, mostrou um comprometimento das nações envolvidas em aumentar a vigilância sobre o balanço dos bancos e os paraísos fiscais para acabar com os "segredos bancários" e garantir um "sistema de alarme precoce" para crises econômicas.
"Nós acordamos que normas internacionais de contabilidade terão que ser estabelecidas, com novo critério de classificação de crédito. (...) O segredo bancário tem que ser terminado", disse ele, afirmando que as novas regras serão impostas a uma lista de paraísos fiscais. "Vamos limpar os bancos para promover o aumento de empréstimos às famílias e empresas."
De acordo com Brown, os países-membros terão investido por conta própria US$ 5 trilhões, até 2010, para restabelecer a atividade econômica. Segundo ele, as medidas de regulação vêm para complementar esse trabalho individual dos países. Conforme o primeiro-ministro britânico, as novas regras serão aplicadas de forma conjunta, imediatamente, pelos países-membros do G20.
US$ 1 trilhão em dinheiro novo
O documento inclui também injeção de US$ 1 trilhão em dinheiro novo na economia, incluindo o compromisso de triplicar os recursos à disposição do Fundo Monetário Internacional (FMI), hoje em US$ 250 bilhões, para US$ 750 bilhões. Além disso, o primeiro-ministro britânico também anunciou que US$ 250 bilhões adicionais serão usados para promover o comércio internacional.
"Esse US$ 1 trilhão é dinheiro novo. É dinheiro gerado através do FMI emitindo seus direitos especiais e do crédito comercial, que vem de agências de exportação", frisou o primeiro-ministro. Com esse dinheiro novo, o Fundo poderá liberar empréstimos a nações em dificuldades, como o México, que solicitou US$ 47 bilhões no início desta semana. 
'Modernização'
De acordo com Gordon Brown, haverá uma "modernização" de instituições internacionais, como o FMI, para incluir uma participação maior dos países emergentes. Ele afirmou que os líderes "conclamaram" que o Fundo "monitore o progresso" relacionado a crise, "reportando sobre as ações de recuperação".
No documento, o G20 definiu que as "instituições internacionais fortaleçam sua vigilância sobre a economia mundial, (objetivando) a redução da pobreza e o crescimento econômico". Entretanto, ele afirmou que a situação da economia global, embora apresente sinais de melhoria, não será resolvida de uma hora para outra.
"Não vamos resolver as coisas de uma hora para outra. Os países chegaram a um plano que envolve maiores cortes de taxas de juros, (além do) maior aumento de recursos na história de instituições internacionais. É uma reestruturação do sistema fiscal do mundo inteiro", ressaltou. 
Segundo Brown, o acordo firmado na reunião desta quinta-feira estabelece o compromisso de manter a ajuda aos países mais pobres. "Uma nova ordem mundial está emergindo e com ela a base de uma nova era de cooperação internacional. Vamos gerenciar o processo de globalização a fim de assegurar justiça para todos. E assegurar uma sociedade mais aberta e mais global", afirmou.
O primeiro-ministro britânico também afirmou que os líderes do G20 deverão se reunir novamente no final do ano - em data e local ainda não especificados - para avaliar o avanço e os resultados das decisões tomadas no encontro desta quinta. "E se virmos que mais é necessário empreenderemos outras ações", afirmou.
Fonte: G1.


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