quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Colisão com asteróide gigante fez Lua girar 180 graus.

A Sagrada Escritura diz:
Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas. Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas. (Lc. 21, 25-26)

           Mensagem de Nosso Senhor JESUS CRISTO a John Leary, nos EUA, em 11/04/1997:
 
(...) Preparem-se para o castigo que porá fim ao mal neste planeta. Muitos corpos celestes se movimentam ao redor da Terra, mas vocês não dão muita importância. Vendo todos estes cometas recentes e os sinais que deixam na Terra e na Lua, sabem que esses choques já aconteceram antes.
Olhem para o céu e estejam atentos aos astrônomos, para verem quando o cometa aparecerá. Minha Justiça se aproxima, e será visível. Vossa fé será provada por muitos eventos, mas este será o mais destruidor. Muitas vidas se perderão, mas EU estarei ao vosso lado para dar-vos a paz. Saibam que a Terra deverá ser limpa do mal que a permeia. JESUS.


 
Cientistas acreditam que uma grande colisão há 3,9 bi
de anos virou a Lua para o lado que hoje é visível da Terra
 
 
Colisão com asteróide gigante fez Lua "girar" 180 graus
 
21/01/09: Um estudo realizado por cientistas franceses sugere que um gigantesco impacto causado por um asteróide teve força suficiente para fazer a Lua girar 180 graus, deixando visível o lado que atualmente podemos enxergar da Terra. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de análises em algumas crateras da superfície lunar. As informações são do The Guardian.
Devido à órbita atual do satélite, o lado mais próximo, e também mais iluminado, é o que pode ser visto do nosso planeta quando olhamos para cima. A sombra que paira sobre o lado negro - mais distante - está em constante movimento, dependendo da posição em relação ao Sol.
A equipe do Instituto de Física da Terra de Paris, na França, verificou a idade e a localização de 46 crateras formadas por asteróides de grandes proporções na superfície da Lua.
Segundo os cientistas, simulações de computador mostraram que, se a mesma face lunar estivesse virada para a Terra, o hemisfério ocidental do satélite, observável por nós, deveria ter um terço a mais de buracos do que o oriental por causa da órbita. "Comparando, seria como correr na chuva: a parte da frente ficaria mais molhada do que as costas", explicaram.
Os responsáveis pela pesquisa Marcos Wieczorek e Matthieu le Feuvre avaliaram que o hemisfério ocidental possui as crateras mais jovens da Lua, enquanto o outro lado tem as mais antigas. Em razão disso, a região oriental foi muito mais atingida por asteróides do que a outra. Os resultados foram divulgados na revista científica New Scientist.
"Um único impacto foi capaz de fazer a Lua dar um giro de 180 graus", disseram os autores na revista Icarus. As crateras lunares surgiram em uma grande colisão há 3,9 bilhões de anos, pouco tempo após o satélite nascer dos detritos da Terra produzidos por uma explosão cósmica ainda maior.
Fonte: Redação Terra.
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Lua será maior e mais brilhante na noite desta 6ª
 
12/12/08: Na noite desta sexta-feira proporcionará um espetáculo raro às pessoas que gostam de admirar a Lua. O satélite poderá ser visto em um tamanho maior e muito mais brilhante devido à máxima aproximação com a Terra, algo que não acontecia há 15 anos.
 
No efeito, a Lua atingirá um tamanho 14% maior e 30% mais brilhante que o habitual, ficando a apenas cerca de 356.613 km de distância. A movimentação também coincidirá com a fase de Lua cheia, dando um aspecto mais extraordinário ao fenômeno.

No entanto, não é realmente a circunferência da Lua que se altera durante a movimentação. "A sensação que temos ao observá-la daqui é o que faz com que o satélite pareça maior e mais brilhante, o que de fato não acontece", explicou Ivandel Lourenço, técnico do Laboratório de Astronomia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Segundo Ivandel, como a órbita lunar forma uma elipse, e não um círculo, existem momentos em que o satélite está mais próximo (perigeu) ou mais distante (apogeu). "À noite, a Lua chegará ao ponto em que fica mais próxima, ou seja, durante o perigeu", conclui.

A diminuição da distância produzirá ainda o fenômeno das marés - pontos em que a água dos mares está mais próxima do satélite, provocando a maré alta. Isso ocorre, de acordo com o especialista, devido à força de atração que a proximidade provoca, aumentando levemente a maré alta.

Além disso, a chegada do solstício de verão, em 21 de dezembro, fará com que o satélite terrestre alcance a maior altura do ano no céu. Outra aproximação deve correr somente em novembro de 2016.
 
Fonte:Redação Terra.

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