quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, não diz “ninguém saberá”.


Jesus se expressa com o verbo no “modo indicativo” presente:
“Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, (não diz “ninguém saberá”) nem mesmo os anjos do céu, mas somente o Pai”. (Mt 24,36). “A respeito, porém, daquele dia ou daquela hora, ninguém o sabe, (idem) nem os anjos do céu nem mesmo o Filho, mas somente o Pai”. (Mc 13,32). E o mais interessante: Jesus em seguida, pede-nos para que fiquemos continuamente de sobreaviso: “Ficai de sobreaviso, vigiai; porque não sabeis (não diz “não sabereis”) quando será o tempo.” (Mc 13,33) Ou seja: o cristão, pelo simples fato de ser cristão, independentemente do que está por vir, deve permanecer num estado de sobreaviso. Interessante o “Vigiai e orai” (Mc 14,38): Primeiro VIGIAI e depois ORAI.
Perguntaram ao Pe. Gobbi  “quando vem a grande tribulação”. “Como???!!! quando vem???!!! – estamos no centro dela!!! (lembra Janjão, o trapalhão – história de quadrinhos – com a varinha de radiestesia na mão, procurando desesperadamente água – sem perceber que já estava no meio da lagoa com a água pela cintura…).
Um amigo do Padre Gobbi visitou uma paróquia que há 20 anos não tinha confissão. Falou do Inferno, da grande tribulação, etc. e a coisa chegou aos ouvidos do Sr.Bispo. Este mandou chamar o padre e o interpelou: “Que história é essa de inferno? O que é a grande tribulação?” “Grande tribulação, respondeu o padre, é Vossa Excelência mesmo!!!”
“Ninguém o sabe”, mas, diz expressamente Jesus, SABEREIS: “Assim também, quando virdes que vão sucedendo estas coisas, sabereis que está perto o Reino de Deus” Lc 21,31. “Estas coisas”, que coisas? as coisas que estamos presenciando atualmente: Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. (é o que não tem faltado – começou com o “milagre do sol” em Fátima. Depois disto tem ocorrido muitos milagres do sol, da lua… narrados por testemunhas fidedignas – e eu mesmo, Hugo, presenciei a vários). Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas.(tsunami, uma pequena amostra) Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas. Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade. Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação” (Lc 21,25-28). “Assim também quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o Filho do homem está próximo, às portas”. (Mc 13,29). Maria, através do Pe.Gobbi, nos exorta: “Anunciai a todos o Seu glorioso retorno”. (cf. anexo).
Nossa Senhora ainda nos convida: “Sabei ler os sinais dos tempos que viveis e que anunciam o Seu Próximo Retorno.” (Gobbi, 4/12/85).
E Ela mesma nos fornece outras pistas através do Padre Gobbi, cujas Mensagens têm a aprovação da Igreja, sendo o “imprimatur” concedido por quatro Cardeais e muitos Bispos. Maria analisa essas pistas (a que chama “sinais”) em 4 extensas e sucessivas Mensagens. A título de resumo:
“O Reino glorioso de Cristo será precedido de um grande sofrimento para purificar a Igreja e o mundo a fim de levá-los a uma completa renovação. (…) São vários os sinais que vos advertem que já começou o tempo de purificação: O primeiro é a grande confusão reinante. Ela se alastrou no seio da Igreja subvertendo o dogma, a liturgia e a disciplina”.(28/1/79).



 “O segundo sinal é a indisciplina. Este é o segundo sinal que vos indica que para a Igreja soou o tempo final da sua purificação: A indisciplina difundida em todas as camadas, especialmente no clero.” (2/2/79).

“A divisão penetrou no seio da Igreja e é o terceiro sinal que vos indica CLARAMENTE que, para ela chegou o momento final de sua dolorosa purificação”. (notar a progressão: “começou”, “tempo final”, “momento final”). Prossegue a Virgem: “Se através dos séculos a Igreja foi por vezes dilacerada por divisões que levaram muitos dos meus filhos à apostasia, Eu lhe alcancei de Meu Filho o privilégio de sua unidade interior. Mas, presentemente, o meu adversário logrou, com sua fumaça, escurecer esta divina prerrogativa.” (11/2/79).,
“O quarto sinal que vos adverte que para a Igreja soou o ponto mais alto de sua dolorosa purificação é a perseguição. De fato ela está sendo de muitos modos perseguida. (…) Por vezes ela é perseguida aberta e violentamente; despojada de tudo e impedida de anunciar o Evangelho de Jesus. Nestes tempos, porém, a Igreja é submetida à maior prova: É perseguida de modo sub-reptício e indolor, tirando-lhe pouco a pouco o oxigênio de que há mister. Procura-se conduzi-la a se comprometer com o espírito mundano, o qual, penetrando em seu interior, lhe condiciona e paralisa toda a atividade”.
“A perseguição assume freqüentemente e de maneira ardilosa o aspecto de colaboração; a ostensiva manifestação de respeito à mesma se tornou a arma mais eficaz para feri-la. Descobriram uma nova técnica de destruí-la sem alaridos e sem derramamento de sangue.” (3/3/73).
“Acabei de vos descobrir os sinais do rigoroso inverno de purificação por que a Igreja está atravessando, tendo chegado ao ponto mais cruciante. A Esposa do meu Jesus, aparece ainda chagada e obscurecida pelo seu adversário que já parece estar cantando completa vitória. Está ele certo de ter vencido a Igreja, pela confusão que subverteu muitas das suas verdades, pela indisciplina que espalhou a desordem; pela divisão que abalou sua unidade interna; pela perseguição oculta e traiçoeira com que a tem crucificado.”
“Mas eis que no mais rigoroso inverno da Igreja, apontam os rebentos de uma vida renovada. Eles anunciam que a hora da libertação está próxima! Para ela está surgindo a nova primavera do triunfo do Meu Coração Imaculado. Será a mesma Igreja, porém renovada e resplandecente, que sai da purificação, mais humilde e mais forte, mais pobre e mais evangélica, para que possa resplandecer perante todos O REINO GLORIOSO DE MEU FILHO JESUS.” “Toda de luz será a nova Igreja.” (9/3/79).
Para essa renovação contribui – e quanto! – o OFERECIMENTO do Apostolado: “Antes de terminar, não podemos conter-nos de exortar a todos uma e muitas vezes a que amem a santa madre Igreja com amor industrioso e ativo. Pela sua incolumidade, prosperidade e progresso ofereçamos todos os dias ao Eterno Pai as nossas orações, trabalhos e sofrimentos, se realmente temos a peito a salvação de toda a família humana remida com o sangue divino.” (Pio XII, Enc. “Mystici Corporis” 105). Ver anexo: AMOR À IGREJA. E, lembro novamente o outro anexo: ANUNCIAI A TODOS O SEU GLORIOSO RETORNO.


Pesquisa de Hugo Ferreira Pinto, hugoap@terra.com.br
Veja meu “site” www.triunfodocoracaoimaculado.com

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